tecdiego:
Quando mencionei a amperagem, foi no intuito de não se usar em muitos itens essa “porta”, pois acredito que para alimentar um drive não vejo problemas, mas para alimentar muito mais coisas, eu não aconselho!
tecdiego, se consultar o esquema eléctrico da placa do Arduino UNO, vai poder constatar que o pino Vin não é uma porta mas sim uma ligação ao jack da entrada de energia DC, após a protecção contra inversão de polaridade. Entende-se por porta, neste contexto dos microcontroladores, uma saída saida (normalmente digital) de um microcontrolador. Sendo assim o pino Vin não é uma porta.
Pode encontrar o esquema eléctrico da placa do Arduino UNO aqui no site em: Products->Arduino->UNO-> separador "Documentation"->botão "schematics in .pdf", ou então aqui.
Em relação à corrente máxima que esta saída da placa pode fornecer, como não são dadas quaisquer informações sobre o assunto, acredito que seja a normal para uma ligação em placa de prototipagem (não tenho o valor presente, mas acredito que possam ser alguns Ampere). Embora a observação do bubulindo seja pertinente, não sei até que ponto o limite para esta corrente seja dado antes pelos "ligadores" da placa do Arduino UNO antes que pela pista propriamente dita (era uma questão de analisar a questão com mais detalhe ver os datasheets dos componentes e fazer alguns cálculos - estes valores podem ser diferentes da placa original da marca Arduino para os clones "made in China"). No entanto, eu diria que uma boa estimativa para o limite máximo deste valor seja também o limite do díodo D1 (por um lado quem constrói a placa não vai utilizar um componente maior que o necessário porque isso é mais caro, por outro lado, este componente tem que ser o suficiente para manobrar toda a corrente que passa nesse circuito). Mais uma vez era uma questão de analisar com mais pormenor. Se quiser fazer essa analise e colocar aqui os resultados terei todo o gosto em lê-los e comentá-los.